quarta-feira, 23 de maio de 2012

give me the peace & joy in your mind,

e eis que resolvo me reinventar num caótico momento do semestre. em uma hora complicada para se fazer escolhas novas. é que a comodidade da alma me deixa inquieta, insatisfeita & frustrada, então mesmo com mid-terms, mil leituras, TCC's, bolsa de pesquisa e afins, quero me dar umas chances. quero dar chances para este semestre florescer. estava praticamente perdido, quase um borrão de emoções.

viagem. paixões e novas experiências. yoga mexendo com coisas que estavam quietinhas. volta brusca a rotina. aí, claro, acabei entrando naquela bad. mas acho que lentamente estou saindo dela. espero que não seja pura enganação ou algum trick que a minha mente esteja pregando. mas desta vez tomei providências reais: estou indo rigorosamente ao yoga, procurei um terapeuta. quero me entender melhor e parar de me perder nesse infinito labirinto que é a minha mente. ando meio afobada, querendo resolver todas as coisas ao mesmo tempo - mas isso também vou tentar ajustar. 

o que a Annie Hall diz pro Alvy Singer (vide foto) no filme Annie Hall me fez refletir sobre minha própria situação. porque eu posso continuar vivendo nessa bad ou tentar tirar algo bom de tudo isso. sei lá. odeio essas baboseiras otimistas, mas acho que sou muito nova e cheia de possibilidades para ser tão down. okay... sou mesmo a queen do contraditório. mas é que hoje comecei a ver aquela luzinha no final do imenso túnel.

dwell in possibility - poema que marcou minha vida. quero "mantraliza-lo".

dwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibilitydwell in possibility...

infinitamente.

***


3 comentários:

  1. Você está completamente certa Dudly... muito nova pra ficar tão down (não que eu possa falar)... E super certa em tentar mudar sua situação! Completamente apoiado...

    E a frase do filme também me toca sabe... aquela sensação de adiamento... de adiar a apreciação da própria vida...

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  2. Vou ter que comentar que toda as vezes que eu olho pra esta atriz eu lembro da sua mãe... algo nela me lembra sua mãe. Sério.

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  3. Nossa, Diane Keaton dos anos 70 lembra a mamis? Ela adorou saber! rsrs! Somos fãs dela! ;)

    Pois é, Day. É que sempre fui reclamona, e tu bem sabes (sendo minha companheira para isto). Só que uma hora cansa de verdade, e eu já não aguento mais ser assim. A impressão que dá é que a vida passa; os anos também, e eu continuo cismada com as mesmas coisas bobas. Acho que posso ser melhor do que isto - e resolvi me dar uma chance. ;)

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